Uma das principais dificuldades que a maioria das pessoas enfrenta é a de ter controle financeiro. Geralmente gastam o máximo que podem até zerar o que ganham, ficando sempre no zero a zero.

Em casos mais extremos, o saldo empatado acaba virando negativo, quando essas pessoas gastam para além da conta, sem disciplina alguma.

Isso ocorre em todo tipo de classe social. O pobre é quem mais sofre, pois acaba vivendo uma vida limitada sem perspectiva de melhora.

Porém, pessoas que ganham salários consideráveis também passam dificuldades por conta da má administração do próprio dinheiro – com a diferença de que vivem um estilo de vida de mais alto nível.

O livro “o homem mais rico da Babilônia”, escrito em meados de 1920 retrata bem este cenário e, apesar dos tempos terem mudado, ainda possuí os mais sábios e valiosos conselhos sobre finanças e controle do dinheiro.

Por isso, após finalizar a leitura do livro no último final de semana a beira da lareira em um dia frio aqui em casa, juntamente com uma bela xícara de chocolate quente, resolvi criar este artigo, onde compartilho os 3 principais conselhos sobre finanças dados no livro.

Dicas de finanças que tirei do livro

O livro é riquíssimo em conteúdo, onde conta conselhos deixados pelo homem mais rico da Babilônia, que conservou uma fortuna de moedas de ouro na época.

Os conselhos escritos em 1920 valem até hoje, apesar dos tempos terem mudado e hoje vivermos em tempos modernos, os conceitos de administração ensinados no livro seguem os mesmo e são essenciais para uma boa relação com o dinheiro.

Sem mais enrolação, vamos as dicas.

Dica 1 – Guarde 10% de tudo que ganhar

Uma das principais lições ensinadas no livro, repetida diversas vezes e que é ensinada por diversos educadores financeiros ainda hoje ao redor do mundo é: se pague primeiro.

Antes de retirar o dinheiro que irá para pagar contas e outras despesas, você deve guardar 1 décimo de tudo que ganhar para você.

Não significa gastar 10% do seu pagamento com algo que seja para você, como roupas novas, mas sim guardar sempre 10% afim de colocar este dinheiro para trabalhar para você.

Uma reserva para investimentos, mais precisamente.

Dica 2 – Invista seu dinheiro com sabedoria

No livro, são diversas as histórias contadas de homens que guardaram suas poucas moedas de ouro e, na vontade de fazer um bom negócio e multiplicar seu dinheiro rapidamente, acabaram caindo em furadas por confiar em pessoas erradas e acabaram indo para a estaca zero.

por isso, a segunda lição valiosa que também é enfatizada no livro diversas vezes é essa: se for investir em roupas, o faça com os conselhos de alguém experientes em roupas. Se for investir em bolsa de valores, o faça com um corretor experiente.

A pessoa que trabalha numa construção é ótima para lhe aconselhar sobre tijolos, não sobre investimentos.

Invista seu dinheiro com sabedoria, só faça parceria com pessoas sábias nas áreas de atuação que você deseja investir. Cuide bem de suas “moedas de ouro” e não as confie a qualquer um.

Dica 3 – Não dependa da boa sorte

Um momento muito marcante do livro é quando os personagens se reúnem em um determinado templo para debater alguns assunto, nesse momento, alguém coloca em pauta o assunto SORTE, queixando-se que a deusa da boa sorte não o visitava.

Através de diversas parábolas, fica claro o conselho: o homem não deve depender da boa sorte, deve observar as oportunidades que o cerca e trabalhar firme em cada uma delas.

Não deves procrastinar, não deves agir com medo, mas sim agir com coragem e aproveitar as oportunidades que aparecem – essa é a deusa da boa sorte lhe dando uma chance, não estrague tudo.

Essas são as principais dicas!

Bom, esses foram os 3 principais conselhos sobre finanças explicados no livro O homem mais rico da Babilônia.

Espero que você tenha entendido a mensagem que cada um deles tem para passar e que aplique este conhecimento tão poderoso em sua vida, afim de melhorar seus resultados financeiros e ter uma vida plena e próspera.